Censura no Facebook: só a esquerda determina o que é Fake News

Conforme levantou Flávio Gordon, na Gazeta do Povo, o controle sobre a veracidade de uma notícia será exercido pela agência PolitiFact, organização  financiada por A Omidyar Network, de Pierre Omidyar, dono da rede de sites Intercept, idealizador do eBay, e a Open Society, do megainvestidor George Soros, grupos globalistas de esquerda, contrários à eleição e à governabilidade de Donald Trump. 

Até um passado recente, a mídia tinha um poder quase que absoluto em formar e influenciar a opinião de uma sociedade. Com o advento das redes sociais, o jogo começou a mudar. Pessoas comuns passaram a postar fatos e conteúdos outrora negados pelos veículos de comunicação tradicionais. Com o Facebook, Twitter e Youtube, as “verdades inquestionáveis” da velha imprensa eram desmascaradas a cada postagem. A população, por exemplo, soube que Dilma Rousseff e sua turma não lutavam por democracia, mas pela instauração da ditadura do proletariado; que o governo venezuelano é uma ditadura que mata os opositores do regime socialista de Nicolás Maduro; que a imigração ilegal é um problema grave na Europa; que o radicalismo islâmico é uma realidade que ameaça a paz no mundo todo; que diversos versículos do alcorão são sim a causa direta do terrorismo islâmico global; que o islã está em guerra sem fim com outras culturas e religiões (Exemplo: Genocídio Armênio, Genocídio Grego, Genocídio Assírio); que o PT financiava as ditaduras em Cuba, Venezuela e Angola; que armas não matam, mas pessoas;  que o bilionário George Soros financia ONGs e “think tanks” de esquerda mundo afora. Exemplos não faltam.

Sem dúvida, as redes sociais quebraram a hegemonia dos veículos de comunicação tradicionais e oxigenaram o debate público ao trazerem conhecimento e o outro lado da moeda, até então omitidos para a sociedade. As pessoas, com suas contas no Facebook, passaram a confrontar fatos e opiniões dos poderosos jornais do país. Se a confrontação tinha lastro, a notícia se espalhava e o rei, o jornal, “ficava nu”.

Por exemplo, pelas redes sociais sabíamos que Trump poderia ganhar as eleições nos EUA, e o Reino Unido sair da União Europeia. Graças ao Facebook, muitas pessoas entraram em contato com as previsões de Filipe Martins, analista político, que cravou o resultado das eleições americanas em 48 dos 50 estados, entrevistado por Alan Ghani no InfoMoney (aqui).

Mas toda esta liberdade e conhecimento trazidos pelo Facebook e outras mídias sociais estão com os dias contados. De um tempo para cá, criou-se o termo “Fake News” para dizer que as redes sociais espalham mentiras e precisam de CONTROLE.  Pronto, com uma sacada de marketing, fruto de engenharia social, o estrago está feito. Inocentes úteis repetem bovinamente a existência de Fake News, criando uma histeria coletiva num ambiente favorável ao controle e à dominação.                                          

Diante desse controle, alguns questionamentos se tornam inevitáveis: será que a mídia tradicional está tão preocupada com Fake News apenas por compromisso com a verdade, ou existem outros interesses por trás desta intenção? Não é estranho que o termo tenha sido criado nos EUA, justamente quando a maior parte da população americana não confia na mídia tradicional (57% em 2017 e 77% em 2016), de acordo com a pesquisa do Newseum Institute (aqui)? De que lado estão os grupos interessados em acabar com as Fake News? Será que o termo não foi criado para barrar a perda de influência da mídia tradicional na sociedade, inclusive sobre as eleições americanas? Basta dizer que Trump foi bombardeado por Fake News (difamações e calúnias) pela imprensa tradicional e mesmo assim se tornou presidente dos EUA. E Bolsonaro à exemplo de Trump, venceu a eleição após enfrentar (e ainda enfrenta) diariamente, o ativismo de militantes esquerdistas travestidos de jornalistas que ao longo das últimas quatro décadas se infiltraram e dominaram a maioria esmagadora dos grandes grupos de mídia do Brasil.

Não se trata de negar a existência de mentiras nas redes sociais, mas questionar o método e as intenções desse controle. Por mais que possam existir mentiras na internet, o controle da informação é muito pior do que uma notícia falsa. Primeiro, porque geralmente as mentiras duram pouco tempo, e logo são desmascaras pelos fatos reais (não é à toa que isso se reflete até na linguagem: “mentira tem perna curta”). Segundo, e mais importante, porque o controle do fluxo de informação dá um poder extraordinário para algumas pessoas sobre os demais, colocando em risco a liberdade de expressão e a própria democracia. Afinal, que legitimidade estas pessoas terão para dizer o que é verdade ou não? Estão acima dos demais mortais?

Outro ponto a ser discutido: e as mentiras espalhadas pela velha imprensa, como ficam? Veja esta aqui, na qual a rede CNN fabricou um protesto contra Trump. E aquela mentira sobre Trump zombando de um deficiente, a qual foi desmascara pelo jornalista Felipe Moura Brasil (aqui)? Este vídeo aqui mostra de maneira definitiva como ocorre a manipulação no jornalismo: com uma técnica de Goebbels, a mesma frase é bombardeada em diferentes meios de comunicação até se tornar uma verdade. Querem saber o que está por trás das Fake News? Então assistam a este vídeo aqui .

E no Brasil, como anda a censura? Por exemplo, Bene Barbosa, especialista em segurança pública, contrário ao desarmamento civil, vem sistematicamente tomando advertências e suspensão diante de suas postagens.  Por que será? Enquanto Bene, ao defender com dados e argumentos o direito à posse de armas, é bloqueado por mexer num tema contrário à agenda progressista; a senadora Gleisi Hoffmann incita a violência (“vai ter que matar gente”) e nada acontece (aqui). Revoltante, não?

Calma, o pior está por vir. Nos EUA, sabe quem dirá o que é Fake News? Conforme levantou Flávio Gordon, autor do livro “A Corrupção da Inteligência”, o controle sobre a veracidade de uma notícia será exercido pela agência PolitiFact, organização financiada por A Omidyar Network, de Pierre Omidyar, idealizador do eBay, e a Open Society, do megainvestidor George Soros, grupos de esquerda, contrários à eleição e à governabilidade de Donald Trump (aqui). Isso mesmo: quem dará a palavra final sobre a verdade de uma notícia será uma poderosa agência de esquerda, financiada por globalistas progressistas.

Assim como nos EUA, no Brasil, a checagem das Fake News também será exercida por pessoas com claras inclinações ideológicas de esquerda, eleitores ou simpatizantes de partidos como PSOL, PC do B e PT, conforme levantou Gordon (aquiaquiaqui). Leonardo Sakamoto  e Eliane Brum são alguns nomes do “Ministério da Verdade tupiniquim”, além do site Catraca Livre – aquele mesmo que fez uma exploração sensacionalista da morte do time da Chapecoense após a queda de um avião. Outra agência de “checagem de fatos” de nome Aos Fatos pertencente a Tai Nalon, uma jornalista militante socialista, na qual sua agência parece existir apenas para defender com retóricas a agenda política esquerdista, exempos não faltam; a mesma já lançou editorias diversas vezes em seu site, que chamava de golpe o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que criticava a operação Lava Jato por esta levar para a cadeia o ex-presidente Lula e as principais lideranças do PT, que criticava a pec da prisão em segunda instância, que criticava o atual presidente Bolsonaro, entre outras coisas a mesma já chegou à defender abertamente em seu site o terrível regime islâmico do Irã.

Você realmente acha que vivemos numa democracia? Que temos liberdade de expressão? Sob a ótica da liberdade de expressão, com exceção da truculência física – hoje, substituída pela violência psicológica (assassinato de reputações, calúnias e difamações) -, você acha que estamos muito longe do fascismo? O Ministério da Verdade da obra do livro 1984, de George Orwell, se tornou realidade.

Autor: Alan Ghani do InfoMoney

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